"Mais uma voltinha mais uma moedinha!"
Como as viagens nunca são em demasia e as entrevistas muito menos, desta feita o destino indicou novamente Inglaterra no mapa.
Trabalho apressado pela manhã, corrida para o aeroporto após almoço, soneca no autocarro. Papeis, papeis e mais papeis. Curioso...
Aeroporto, check-in, bagagens, segurança e espera! E nesta última palavra reside um grave problema. Entendo a existência daquelas almas que receiam que o avião encha antes de todos os passageiros embarcarem. Procedem com grande antecedência para o ínicio de uma fila que só se dissipará dentro de uns longos minutos. Ou simplesmtente porque pretendem à força toda garantir a paranoía daquele lugar especifico em que viajam sempre, e que até hoje tem trazido sorte...afinal de contas estão vivos, o que significa que o avião nunca teve nenhum desastre pelo simples facto de aquela personagem estar sentada naquele lugar específico. Tudo bem...malucos são precisos para manter a manada contente!
Agora estar de pé à espera no final de uma longa fila?? Desculpem mas não faz lógica. Os melhores lugares já estão ocupados pelos "maluquinhos" e a possibilidade da bela hospedeira se lembrar da vossa linda cara já é remota. Ela pode engraçar com os primeiros a entrar, mas passando a meia dúzia já nem os quer ver pintados à frente!
Os bancos estão nas salas de espera para isso mesmo...esperar sentado! Escolher entre os piores 30 lugares ou os piores 5 vai dar exactamente ao mesmo. São igualmentes maus, ou simplesmente iguais a todos os outros. E para jogar pelo seguro, em caso de desatre, os mais seguros são mesmo os que ficam bem lá atrás...na cauda do aparelho. Ver malta de pé numa fila sem lógica de existir mete pena...uma bela perda de tempo é o que é! Não se preocupem que o aparelhozinho não vai embora antes daquele irritante sinal sonoro a anunciar a "última chamada" para o voo X. E como já estamos mesmo junto à porta de embarque, é difícil falhar com o caminho!
Descolagem, subida, descida, aterragem.
Aeroporto. A primeira bela imagem da cultura britânica. Espera numa fila para levantar dinheiro (esta sim faz sentido, pois baseia-se na ideia do "primeiro a chegar é que se safa"). Silêncio apenas abalado pelo ENORME peido emitido por aquela personagem do sexo masculino imediatamente à minha frente na referida fila. Nem quis saber ou pedir desculpa. Como se fosse normal. Se não gostas muda-te, pensou por certo.
O esforço feito para não me partir a rir foi doloroso....
Cambridge. Alojamento num college só para raparigas! Parece que leram bem o meu CV! Inteligentes os rapazes... Quarto individual, com cheirinho a velho...aliás tudo o é por estas bandas - velho, digo. Uma cama. Passado umas horas surge um indviduo (masculino) que disse que aquele era também o quarto para ele passar a noite. "Ai não é não!! - 1 cama, e 2 gajos, não dá de forma nenhuma!" Então não é que os gajos marcaram duas pessoas para o mesmo buraco? Tinham-me informado à posteriori que queriam que partilhasse o quarto com alguém, mas de certeza que não seria a cama...sobretudo com uma pila!
NOTA DE RODAPÉ: A comunidade portuguesa representa a 4ª maior nacionalidade a trabalhar na RYANAIR!
Como as viagens nunca são em demasia e as entrevistas muito menos, desta feita o destino indicou novamente Inglaterra no mapa.
Trabalho apressado pela manhã, corrida para o aeroporto após almoço, soneca no autocarro. Papeis, papeis e mais papeis. Curioso...
Aeroporto, check-in, bagagens, segurança e espera! E nesta última palavra reside um grave problema. Entendo a existência daquelas almas que receiam que o avião encha antes de todos os passageiros embarcarem. Procedem com grande antecedência para o ínicio de uma fila que só se dissipará dentro de uns longos minutos. Ou simplesmtente porque pretendem à força toda garantir a paranoía daquele lugar especifico em que viajam sempre, e que até hoje tem trazido sorte...afinal de contas estão vivos, o que significa que o avião nunca teve nenhum desastre pelo simples facto de aquela personagem estar sentada naquele lugar específico. Tudo bem...malucos são precisos para manter a manada contente!
Agora estar de pé à espera no final de uma longa fila?? Desculpem mas não faz lógica. Os melhores lugares já estão ocupados pelos "maluquinhos" e a possibilidade da bela hospedeira se lembrar da vossa linda cara já é remota. Ela pode engraçar com os primeiros a entrar, mas passando a meia dúzia já nem os quer ver pintados à frente!
Os bancos estão nas salas de espera para isso mesmo...esperar sentado! Escolher entre os piores 30 lugares ou os piores 5 vai dar exactamente ao mesmo. São igualmentes maus, ou simplesmente iguais a todos os outros. E para jogar pelo seguro, em caso de desatre, os mais seguros são mesmo os que ficam bem lá atrás...na cauda do aparelho. Ver malta de pé numa fila sem lógica de existir mete pena...uma bela perda de tempo é o que é! Não se preocupem que o aparelhozinho não vai embora antes daquele irritante sinal sonoro a anunciar a "última chamada" para o voo X. E como já estamos mesmo junto à porta de embarque, é difícil falhar com o caminho!
Descolagem, subida, descida, aterragem.
Aeroporto. A primeira bela imagem da cultura britânica. Espera numa fila para levantar dinheiro (esta sim faz sentido, pois baseia-se na ideia do "primeiro a chegar é que se safa"). Silêncio apenas abalado pelo ENORME peido emitido por aquela personagem do sexo masculino imediatamente à minha frente na referida fila. Nem quis saber ou pedir desculpa. Como se fosse normal. Se não gostas muda-te, pensou por certo.
O esforço feito para não me partir a rir foi doloroso....
Cambridge. Alojamento num college só para raparigas! Parece que leram bem o meu CV! Inteligentes os rapazes... Quarto individual, com cheirinho a velho...aliás tudo o é por estas bandas - velho, digo. Uma cama. Passado umas horas surge um indviduo (masculino) que disse que aquele era também o quarto para ele passar a noite. "Ai não é não!! - 1 cama, e 2 gajos, não dá de forma nenhuma!" Então não é que os gajos marcaram duas pessoas para o mesmo buraco? Tinham-me informado à posteriori que queriam que partilhasse o quarto com alguém, mas de certeza que não seria a cama...sobretudo com uma pila!
NOTA DE RODAPÉ: A comunidade portuguesa representa a 4ª maior nacionalidade a trabalhar na RYANAIR!