quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Leitura de cabeceira

Já é tarde e a noite vai ser bem mais do que longa a preencher toneladas de papelada, que na volta não vai dar em nada, ...e como ainda só consegui ganhar (1 vez) no Pong, sendo que no Mário e no das bolinhas a miséria é estupidamente ridícula, rendo-me a algo que considero um poema simplesmente apaixonante.

A sua autoria é de um artista, de ti muito conhecido, que se intitula "Continente Online"
E a magia conta assim:

"Este clássico, tem mais de 150 anos de história! O seu aroma é magnífico, com as notas de frutos vermelhos e as notas vegetais do feno acabado de secar, tão características da casta Castelão, bem evidentes. Na boca é macio, encorpado quanto baste, com algum nervo e com final fácil e ligeiramente adocicado. Embora se possa considerar 1 vinho de todos os dias, merece a nossa melhor atenção, valendo a pena guardar umas garrafas no fundo da garrafeira para ver como evoluirá com o peso dos anos.."

Ora bem, está mais do que claro que não poderíamos estar perante uma descrição exemplar de nada mais do que o nosso belo Periquita (tinto é claro!). Sim o mesmo que aqui é caro p c**** mas que descobri, graças a um assíduo frequentador deste ___________ (o espaço deixado em branco foi com a devida intenção de descrever da forma mais intensa a palavra que pretendo, nomeadamente a palavra "espaço" ...tá claro) que aí no Paraíso do sol também não é barato e já custa quase 4.5 eurecos! Deve ser da crise...

A ti, o meu muito obrigado pela bela poesia que marca este dia.
Um bem haja

P.S. Quem será o marmanjo que tem a responsabilidade de escrever estes textos para o continente? Será que eles tem aprisionados uma série de indivíduos, sendo cada qual um expert na descrição de determinado tipo de produto, ou é um único maluco a fazer a coisa toda? ...."notas vegetais do feno acabado de secar..."??? Deves andar é a secar merdas estranhas, que te parece feno e depois chegas-lhe lume, chegas! Enfim, paz e amor a este homem...

2 comentários:

  1. Eu considero-me perfeitamente capaz de debitar coisas tão desconexas como esse Fernando Pessoa do Continente Online. Eu faço-o todos os dias, e nem recebo nada por isso (cheira-me a injustiça). Ainda estou para perceber o que raio quer ele dizer com guardar o vinho no fundo da garrafeira. A coisa mais parecida com garrafeira que eu conheço é o "monção" (ou era), eu de vez em quando e tu, ultimamente também andavas uma boa garrafeira. O vinho bebe-se logo...todo!! Este fim de semana vai ser Periquita com certeza!

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  2. Essas garrafeiras eram bem especiais! Faziam era tudo para não guardar nada...era sempre a entrar e a sair.

    A esses indíviduos que guardam com extrema dedicação e amor garrafas deste belo licor durante anos a fio (até irem de vela e nao tocarem no maldito alccol) era um pau de marmeleiro, mas daqueles bem grossos e com muitas "espinhas", pelas costas abaixo sem receio nem piedade!
    Então isso faz-se? Privar o resto da malta do acesso a essas garrafinhas...

    tá maliiii

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