Aquele belo dia do ano, repleto de magia e amor.
Relações outrora frustradas brotam vida das cinzas falsas em busca de uma noite de prazer fútil e carnal - sexo puro e duro.
Um paraíso sem precendentes para o comércio à escala mundial! Restaurantes repletos de falsos e fantasiosos casais numa tentativa triste e vergonhosa de transmitir ao mundo uma mentira real e indubitável! Planos imensos para uma última tentativa de recuperar um amor inexistente.
Pffffff...do latino amore...que palavra tão surrealista e falsa nos dias que correm! Correcta no entanto a primeira definição desta palavra no nosso dicionário:
"s.m., viva afeição que nos impele para o objecto dos nossos desejos". Aplicado ao tempo correcto, seja neste caso o tempo presente, pura e simplesmente como um vector de sexualidade.
A cidade por cá repleta de casais na local demonstracão da planetária iniciativa de um romantismo muitas vezes inexistente. Inundada por rosas encarnadas que mais não exaltam se não uma profunda falta de iniciativa e romantismo presente.
O amor é isto e aquilo, aquele e o outro. O amor não é nada! É um simples sentimento, que de tudo o mais complicado se rodeia. É indefinido. Apenas sentido por cada um e por todos, e por tal simples razão estupidamente diverso, incompreensível, por vezes falso mas muitas vezes apaixonante e mágico. Não se explica...sente-se e saboreia-se. Cada um ao seu belo prazer. Por vezes carnal, outrora platónico.
Mais vale só do que mal acompanhado...
Não, não padeço de uma momentânea crise sentimental. Esta, se existente será tudo menos esporádica. Quanto muito temporal. Adoro observar as verdadeiras relações. Apreciar os sentimentos profundos e sentidos entre dois seres. Tão pouco importa o sexo, tamanho, cor ou formato. Estou-me a cagar para as definições surreais e chauvinistas. É lindo, é magico é apaixonante. É o amor na minha ideia, mas talvez nem o seja para eles. É especial.
Hoje vou para a cama feliz. Alegre e contente...estar vivo penso ser suficiente. Sim vou sozinho! Não, não estou apaixonado! Tão pouco amargurado por mais um dia de São Valentim na ausência daquilo a que possas chamar de amor.
Relações outrora frustradas brotam vida das cinzas falsas em busca de uma noite de prazer fútil e carnal - sexo puro e duro.
Um paraíso sem precendentes para o comércio à escala mundial! Restaurantes repletos de falsos e fantasiosos casais numa tentativa triste e vergonhosa de transmitir ao mundo uma mentira real e indubitável! Planos imensos para uma última tentativa de recuperar um amor inexistente.
Pffffff...do latino amore...que palavra tão surrealista e falsa nos dias que correm! Correcta no entanto a primeira definição desta palavra no nosso dicionário:
"s.m., viva afeição que nos impele para o objecto dos nossos desejos". Aplicado ao tempo correcto, seja neste caso o tempo presente, pura e simplesmente como um vector de sexualidade.
A cidade por cá repleta de casais na local demonstracão da planetária iniciativa de um romantismo muitas vezes inexistente. Inundada por rosas encarnadas que mais não exaltam se não uma profunda falta de iniciativa e romantismo presente.
O amor é isto e aquilo, aquele e o outro. O amor não é nada! É um simples sentimento, que de tudo o mais complicado se rodeia. É indefinido. Apenas sentido por cada um e por todos, e por tal simples razão estupidamente diverso, incompreensível, por vezes falso mas muitas vezes apaixonante e mágico. Não se explica...sente-se e saboreia-se. Cada um ao seu belo prazer. Por vezes carnal, outrora platónico.
Mais vale só do que mal acompanhado...
Não, não padeço de uma momentânea crise sentimental. Esta, se existente será tudo menos esporádica. Quanto muito temporal. Adoro observar as verdadeiras relações. Apreciar os sentimentos profundos e sentidos entre dois seres. Tão pouco importa o sexo, tamanho, cor ou formato. Estou-me a cagar para as definições surreais e chauvinistas. É lindo, é magico é apaixonante. É o amor na minha ideia, mas talvez nem o seja para eles. É especial.
Hoje vou para a cama feliz. Alegre e contente...estar vivo penso ser suficiente. Sim vou sozinho! Não, não estou apaixonado! Tão pouco amargurado por mais um dia de São Valentim na ausência daquilo a que possas chamar de amor.
Para mim o amor não definido enquanto um sentimento unico/singular . Eu vejo-o como um complexo agregadode sentimentos. Não é uma coisa grande, como muitos dizem, é um conjunto de pequenas coisas. Mas gostei do teu texto apaixonado :)!
ResponderEliminarAB
Digo-o único no sentido em que é particular, individual...diferente e único para cada indivíduo. Simples não é de certeza...por isso dá sempre em tanta discussão irracional e interessante.
ResponderEliminarÉ uma coisa...vamos ficar por aí
:)